Mj interiores



domingo, 15 de agosto de 2010

Macacos me mordam!

A bananeira além de dar o delicioso fruto que é a banana, também nos provém de suas fibras que para a arte do design pode nos trazer grandes idéias.

A banana é o segundo fruto mais produzido e consumido no Brasil, segundo país no ranking de produção mundial. A produção de banana gera como subproduto grandes volumes de tecido fibroso da bananeira, uma vez que, após ser retirado o cacho, os produtores descartam o pseudocaule e as folhas da planta, deixando-os no solo para que se decomponham naturalmente, como forma de adubação natural. Esse processo gera diversos problemas, entre eles a proliferação de doenças nos bananais e a emissão de gases do efeito estufa.

A partir destes resíduos nasce uma das alternativas mais conhecidas de geração de emprego e renda nas regiões bananicultoras: o artesanato com a fibra de bananeira.



Seguem algumas das inovações em fibra de bananeira para inspiração:





quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Trocar o piso sem quebra quebra!

As resinas estão na moda. Também conhecidas como piso epóxi, elas são térmicas, antiderrapantes e acústicas, além de autonivelantes e monolíticas, ou seja, dispensam juntas e acabamento.
Como numa pintura, a resina autonivelante de poliuretano cobre pisos, paredes e até tetos de áreas internas e externas. Ela requer uma base limpa e seca – concreto ou outro revestimento, desde cerâmica até madeira e pedra, nivelados com cimento.




Segundo os fabricantes, a resina não trinca nem descasca e pode ser usada mesmo em banheiro ou cozinha (sendo opcional salpicar areia bem fininha, na massa ainda líquida, para evitar escorregões no futuro). Já as possibilidades cromáticas são inúmeras. Dá para encomendar um tom com base nos catálogos de tinta ou criar um a seu gosto.





Embora industrializadas, as resinas têm colocação artesanal, o que permite reproduzir no chão uma obra de Miró, um tabuleiro de xadrez, a letra da música predileta ou o que desejar. Assim como o Porcelanato polido, é fácil de limpar, mas o material é sensível a riscos e pode furar em contato com objetos pontiagudos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Decoração com LEDs

Um projeto sem iluminação não é um projeto!!

Como já falei sobre LEDs no último post, vou só deixar pra vocês algumas imagens de projetos que utilizaram lâmpadas LED.










Vejam também este catálogo com as lâmpadas em LED para decoração da Phillips - http://www.lighting.philips.com/pt_pt/pdfs/sept08/leds_decorativos.pdf

Iluminação econômica

Neste artigo vamos falar de novas tecnologias que permitem que lâmpadas incandescentes sejam gradualmente substituídas por luminárias fluorescentes econômicas ou por algo mais moderno: os LEDs, que gastam bem menos.

Há 128 anos a lâmpada elétrica foi criada, que desde então ilumina a vida de quase todo mundo vivo hoje. Mas a simples lâmpada incandescente, que é barata e durante mais de cem anos foi ideal para se iluminar as casas e ruas, ela apresenta um problema: consome muita energia. Para obter luz, tem que aquecer o filamento a quase três mil graus.

A maior parte desta energia é gasta sob a forma de calor. A lâmpada incandescente, pelo padrões de hoje, é cara e ineficiente. Ela está sendo gradualmente abandonada em prol de novas opções de iluminação, que vão das fluorescentes compactas a novíssimas lâmpadas de LEDs, que duram milhares de horas a mais, emitem pouquíssimo calor e muita luz, com um gasto por vezes desprezível de energia. O futuro é deste tipo de iluminação, mais econômica e que começa a ganhar cada vez mais casas pelo mundo e Brasil afora.

Vivemos um tempo em que a humanidade, em geral, e o consumidor de eletricidade, em particular, têm consciência de que para gerar um item tão precioso como a energia elétrica existem custos não somente econômicos, mas, principalmente, ambientais, que recaem sobre a natureza. Assim, quanto mais do ambiente for poupado, melhor para ele, para a natureza e, por extensão, para todos. Desse modo, o simples ato de trocar uma lâmpada incandescente por uma mais econômica, compacta ou de LEDs, representa um notável avanço em termos de conscientização e preservação ambiental. Trocar as lâmpadas incandescentes pode representar economia de até 80% na conta de energia. Isto terá dois efeitos imediatos diretos: o primeiro, a diminuição de consumo de energia e a redução, substancial, do valor a ser pago. O segundo, a redução dos danos ambientais, pois o consumo menor proporciona a construção de usinas de menor porte, o que minimiza danos à natureza.

A lâmpada fluorescente compacta tem um custo um pouco maior, mas este é plenamente compensado por dois fatores: o tempo médio de vida útil da lâmpada é muito maior e o gasto é menor. Ambos os fatores contribuem para que a lâmpada seja um excelente investimento, com uma redução de 80% no consumo de energia e uma expectativa de uso bem maior, chegando a durar até oito vezes mais do que a incandescente. A lâmpada fluorescente não chega a ser uma novidade.

LEDs
No início dos anos 60 do século 20, apareceu uma nova alternativa de iluminação. Os LEDs, abreviatura em inglês de diodos emissores de luz (light emitting diodes), não possuem filamentos. Eles são compostos por substâncias semicondutoras que, quando “excitadas” por uma corrente elétrica, criam um “deslocamento” de elétrons (partículas atômicas da matéria) e estes, para voltarem ao seu estado incial, “cedem” energia para o ambiente sob a forma de “fótons”, que são os compomentes da luz. Pequenos, de extrema durabilidade (podem durar até uns 20 anos funcionando oito horas por dia), muito econômicos (para alimentar o equivalente a uma lâmpada de 40W gastam-se somente 2W), são a tendência para a substituição das lâmpadas (inclusive as compactas fluorescentes) nos próximos anos.

Cálculos indicam que a substituição da iluminação hoje convencional por LEDs conseguiria frear o consumo e a necessidade de construção de dezenas de usinas em países como EUA, Canadá e Brasil nas próximas décadas. Os LEDs ainda têm uma vantagem adicional: podem ser utilizados em larga escala na decoração, pois produzem luzes coloridas sem a necessidade de troca. Podem praticamente produzir todo o espectro de cores visíveis.

Artigo retirado do Diário da Manhã - http://site.dm.com.br/

sábado, 17 de julho de 2010

Escadas estranhas

Escadas e degraus são algo que tendem a se tornar padronizados: uma maneira de ir para cima ou para baixo, não uma coisa a se dar atenção. Mesmo assim há um monte de engenharia ao se projetar uma escada.


Escadas devem seguir uma proporção específica: o espelho (quão alto o degrau é) mais a base (quão profundo é na parte que pisamos), tem que ser em proporções que são confortáveis para pisada humana. Para tornar os degraus ergonômicos, eles têm que seguir uma espécie de padrão segundo as normas da NBR, que diz que o espelho deve ter de .16 a .18 cm e a base de .28 a .32 cm.


Então, há os casos das escadas estranhas. Apenas o habitual lance de escadas não é bom o bastante para alguns, eles têm que ter algo verdadeiramente original e incomum. Abaixo seguem algumas das escadas mais incomuns e criativas que vão do interessante para o bizarro.















O Designer de Interiores e sua posição no mercado

O Designer de Interiores, além do trabalho do Decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades, explicitas ou não, dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço a ser habitado ou não através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas entre outras tantas atribuições deste profissional.
Com uma concorrência muito mais intensa, a abertura do mercado, a velocidade da informação entre outros pontos da situação atual do mercado de informática entre outros, uma competição saudável precisa de estratégias diferenciadas. Novidades como estudos freqüentes de tendências, materiais que diferenciam um produto da concorrência, valores agregados e uma imagem de qualidade no mercado passaram a ser uma exigência do consumidor. Ouvir e atender seu público é fator para que o profissional mantenha um posicionamento competitivo no mercado.
A gestão do design acompanha este movimento, e ainda propõe melhoria nos processos produtivos, gerando lucratividade. Para Ideo Bava, os profissionais devem ser conscientes de que há uma identidade única em cada projeto. "O papel do profissional não é criar um cenário e jogar um personagem dentro, mas sim, lidar com a realidade, necessidades e desejos de cada cliente, como seres humanos singulares."
O Sebrae vem se movimentando e posicionando o design como uma das áreas prioritárias para micro e pequenas empresas, indicando o design como ferramenta de competitividade no mercado nacional.
A relação dos designers de interiores com a sociedade é que define e estabelece o mercado, uma vez a situação instalada a relação não se recupera por responsabilidade direta e indiretamente relacionadas a própria categoria design, a contribuição diante deste cenário são:
- O despreparo, ou a visão não holística dos profissionais recém-formados;
- Mercado que absorve e tem necessidade do profissional, mas limita sua atuação;
- Visão comercial muito influente sobre a linha de conceitos (básica no meio design);
- Domínio do espaço do designer de interiores por profissionais de arquitetura e os irregulares decoradores, já estabelecidos e bem posicionados;
- Aventureiros na área de design de interiores sem qualificação profissional que prejudicam a imagem da profissão;
- Termo “design” que não se define para a própria categoria e contribui confundindo o consumidor potencial para o design;
- Visão distorcida da sociedade - incluindo o empresariado - com relação a categoria, sem considerações no posicionamento como estratégico.
As grandes “batalhas” têm acontecido cada vez mais no âmbito profissional onde indicamos quais são e de onde vêm estes problemas: a falta de Regulamentação Profissional que deixa o mercado aberto para qualquer um e as insistentes tentativas de manipulação dos Projetos de Lei que visam a regulamentação do Design no Brasil.
Dentre as boas mudanças estão a criação de um Código de Ética Profissional para o Designer de Interiores pela ABD (Associação Brasileira de Designers de Interiores), que abrange as necessidades deste profissional, destacando seus deveres e atribuições socioculturais. Este Código poderá ser lido no site da ABD, onde descreve também o melhor relacionamento a se ter com o cliente. Outra grande mudança foi o reconhecimento da Justiça na causa do designer Valter Ferreira Costa do Sergipe. Onde ele conseguiu na Justiça o Registro Profissional no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), alegando que concluiu o curso de Design de Interiores, na Universidade Tiradentes, UNIT, e, no dia 26 de maio de 2004, dirigiu-se ao CREA/SE, onde solicitou o seu registro profissional, pagando a taxa de R$ 210,00 (duzentos e dez reais) e, até a presente data, passados mais de 02 (dois) anos do protocolo do pedido, não foi providenciado o seu registro, o que vem lhe causando prejuízo. Ressalta que a atitude do CREA/SE lhe causou inúmeros prejuízos, uma vez que, após a obtenção do diploma, executou projetos, tendo, contudo, que pagar a terceiros para que assinem os mesmos. Relata também que o curso de Design de Interiores da UNIT encontra-se reconhecido e regulamentado junto ao MEC.
Segundo o professor e fundador da ABD, Ideo Bava, o Design de Interiores foi visto, durante muitos anos, como um serviço supérfluo, uma realidade que tem mudado ao decorrer dos anos. "Hoje, as pessoas estão se conscientizando a respeito da verdadeira função de um Designer de Interiores. São profissionais preparados para organizar espaços, estabelecendo relações estéticas e funcionais que dependem do fim para o qual o ambiente se destina. Todo ser humano precisa de organização, é um serviço essencial para quem busca uma melhor qualidade de vida."
Estes pontos apontam um mercado promissor, mas carente de comunicação. A área de design de interiores, como função, começa a aparecer mesmo que ainda de forma tímida, sendo uma perspectiva de futuro aos profissionais da área.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Diferencial ao seu projeto

Oi, pessoal!

Temos uma novidade pra vocês, descobrimos uma loja de decoração, a Byartdesign que trabalha na área de estofados com peças exclusivas. O slogan já resume o conceito da loja: “A essência do design na eternidade dos clássicos”. Colocamos imagens a seguir apenas como um aperitivo, no site www.byartdesign.com.br você encontra o que mais irá se encaixar ao seu perfil.






Qualquer dúvida sobre preços dos produtos entrem em contato conosco.